Quais são os 10 tipos mais viciantes de conteúdo?

Quais são os 10 tipos mais viciantes de conteúdo?

Quando se mantém um blog ou se trabalha gestão de conteúdo para uma empresa, não basta apenas escrever qualquer coisa e esperar sucesso. É preciso criar algo que possua apelo, que instigue o internauta a ler e compartilhar seu post nas redes e que ele queira voltar ao site para ler o próximo. Em outras palavras, que seja relevante e se destaque no mar de informação.

Receita de bolo genérica para a estratégia mais efetiva não existe, depende de variáveis, de ter objetivos definidos, de entender seu público e sempre testar e acompanhar os resultados. No entanto, é possível coletar algumas boas práticas e insights do que já foi demonstrado funcional para facilitar este processo.

Nisto, resolvi compartilhar algumas idéias que achei válidas do australiano Jeff Bullas, consultor de marketing digital que mantém um blog bem interessante sobre o assunto. No texto What are 10 Addictive Types of Content? ele cita tipos de conteúdo que, por sua experiência, trazem bons resultados.

Jeff salienta que na busca por pautas é importante manter em mente que leitores e negócios têm problemas no dia a dia, que precisam de ajuda para resolvê-los. Escrever um material que os ajude a encontrar soluções é um bom caminho para se tornar referência em um segmento. Outro ponto é sempre fornecer “prova social”, um antecedente de o que você propõe funciona, como um case.

Nisto, ele expõe seus “10 tipos de conteúdo que viciam” e que são curtidos, compartilhados e tuitados:

Quais são os 10 tipos mais viciantes de conteúdo?

Imagem: Thomas Hawk

1 – Avaliações: Falar sobre ferramentas, livros, aplicativos entre outros é útil para o usuário pois facilita sua vida.  Em um tempo em que todos não têm tempo, indicações sobre o que pode ser relevante ou não já poupa o leitor de ir atrás e avaliar tudo sozinho. Além disso, pessoas, autores e empresas que são recomendados podem eventualmente também compartilhar sua avaliação.


2 – Mega listas: Listas longas de dicas, táticas e repostas proporcionam às pessoas um guia de referência para qual elas podem voltar se ele provar útil. Um exemplo dado por Bullas é o seu texto “90 Tips to Make Your Blog Rock”.


3 – Como fazer: O terceiro tipo de conteúdo é fornecer um passo a passo soluções para os problemas cotidianos dos quais o seu público precise de respostas, desde um “como começar” para iniciantes até artigos mais complexos, trazendo novas ideias para quem já possui experiência no segmento.


4 – Entrevistas com especialistas e influenciadores: Aqui é um “dois em um”. Além de proporcionar aos leitores um conteúdo de qualidade, com quem é referência, ainda vai fazer com que seu blog esteja presente e seja divulgado nas redes do entrevistado, pelo próprio que irá disseminar o conteúdo e também por seus seguidores.


5 – Estudo de cases: Aqui entra a análise de casos em que uma iniciativa ou estratégia provou ter bons resultados. É um trabalho que exige pesquisa, mas que possui relevância exatamente por seu teor de exemplo pratico.


6 – Negativas e contrapontos: Postagens com negativas parecem ter até maior repercussão que as positivas. Segundo Bullas, o exemplo “30 coisas que você não deve compartilhar nas mídias sociais” teve o dobro de acessos da sua contraparte “20 coisas que você deve compartilhar nas mídias sociais”.


7 – Fatos, números e estatísticas: As pessoas gostam de compartilhar dados. Agregar os mais recentes sobre um segmento trará um interesse pelo seu blog de os leitores voltarem para mais. Compartilhar este tipo de conteúdo regularmente ajudará a posicionar o blog como um local para encontrar os últimos números disponíveis sobre o mercado.


8 – Notícias: Em um mundo onde as pessoas utilizam cada vez mais blogs como canais de informação sobre um segmento, fornecer as últimas novidades sempre é um tipo de conteúdo atraente e valioso, além de mostrar seu conhecimento do mercado.


9 – Pesquisas: As pesquisas mais recentes direcionam planejamentos e validam estratégias, o que as tornam um conteúdo valioso de ser compartilhado pela utilidade têm em tomadas de decisão. A pesquisa deve ser apresentada em artigos bem estruturados, que permitam uma leitura rápida para quem não tem tempo.  Tópicos, screenshots e subtítulos são elementos importantes para facilitar a leitura.


10 – Infográficos: Como não poderia deixar de ser, um tipo de conteúdo muito fácil de repercutir. Fornecer infográficos que simplifiquem a apresentação de dados complexos se tornou extremamente popular, ainda mais com a possibilidade de serem incorporados por outros sites.


Conteúdos que misturem os tipos citados também são possibilidades para criar variações que incitem o acesso e compartilhamento. Mas acho interessante ressaltar que estes não são os únicos tipos possíveis. O post de Jeff Bullas traz apenas alguns insights das muitas variáveis que temos para testar.

E você, que experiências positivas já teve com administração de blogs e criação de conteúdo? Acha que esta lista se aplica à nossa realidade? Compartilhe suas idéias e experiências!